São Luis, 04, de Dezembro de 2016

Ônibus com universitários bate e mata 18 pessoas em rodovia

Um ônibus da Companhia União Litoral, com pelo menos 46 pessoas a bordo, capotou por volta das 23h desta quarta-feira na Rodovia Mogi-Bertioga.  Segundo informações do programa Bom dia Brasil, da TV Globo, 18 pessoas morreram. No início da manhã, o Corpo de Bombeiros informava 15 óbitos e 31 feridos, alguns em estado grave. O motorista também estaria entre os mortos, segundo a TV Globo.

De acordo com as equipes de socorro, o veículo levava estudantes das Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e Brás Cubas para a cidade de São Sebastião, no litoral paulista. Também estariam no coletivo alunos da escola técnica estadual (Etec) de Mogi.

O acidente ocorreu no km 84, entre Mogi das Cruzes e Bertioga. Ainda segundo informações dos bombeiros, o motorista perdeu o controle do veículo e colidiu de frente com um rochedo na pista contrária.

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Pelos menos 20 viaturas e 67 homens do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, além de oito ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do litoral, atenderam a ocorrência. Grupos de outras cidades litorâneas também foram deslocados para prestar atendimento às vítimas.

Equipes do Departamento de Estradas e Rodagem (DER) estavam no local ainda no início da manhã desta quinta-feira, 9, uma vez que o tráfego teve de ser bloqueado nos dois sentidos.

Os motivos que levaram o motorista do coletivo, um fretado de prefixo 4900, a perder o controle, ainda serão investigados. Por volta de 1h desta quinta, o Corpo de Bombeiros informou que as vítimas estavam sendo atendidas no Pronto Socorro de Bertioga e em outras unidades de saúde da região. (DO ESTADÃO)

Em pleno século XXI, aparece em Pedrinhas um pombo-correio traficante; Só chamando Rubião…

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Era só o que faltava! Após ser palco de várias mortes violentas, incluindo dezenas de decapitações, o Complexo Penitenciário de Pedrinhas aparece agora na mídia por causa de uma ave fazendo as vezes dos chamados pombos-correios.

Com uma diferença: o pombo correio de Pedrinhas leva muito mais do que bilhetes. De acordo com a própria Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) o pássaro encontrado portava em uma das patas um papelote de substância semelhante à maconha.

O pombo-correio é uma variedade domesticada do pombo-comum ou pombo-das-rochas. Foi escolhido porque, como todo pombo retorna geralmente a seu próprio ninho e a sua própria mãe.  Essa espécie foi muito usada durante a Segunda Guerra Mundial para o envio de mensagens e documentos.

Na novela “Liberdade, Liberdade”, da Rede Globo, Rubião, o intendente de Vila Rica, interpretado pelo ator Mateus Solano, conseguiu um falcão eficiente na interceptação de pombos correios, com possíveis mensagens de traidores da coroa.

Quem sabe Rubião e o seu falcão não resolvam o mais novo problema de Pedrinhas?

Deputado sugere a reedição de operação para matar bandido

Preocupado com a violência que ganha força a cada dia no Maranhão, o deputado Léo Cunha (PSC) apelou para uma espécie de reedição da famigerada Operação Tigre, que teve seu ponto alto no governo de João Alberto (1990). Foi nessa época que o Maranhão transformou-se em palco de uma das maiores carnificinas de criminosos, batizada de Operação Tigre.

Cunha usou a tribuna da Assembleia Legislativa hoje para cobrar das autoridades medidas enérgicas para combater a violência que atormenta também Imperatriz, a segunda maior cidade do Maranhão. Ontem, o empresário Ezir Leite levou um tiro durante uma tentativa de assalto no armazém de sua família e, hoje cedo, o também empresário Giovanne Guerra foi atingido por dois tiros também durante um assalto.

Em Imperatriz, chacinas viraram rotinas, muitas supostamente relacionadas à operação que o parlamentar quer retornar. De vez em quando, inocentes eram alvos.

Em Imperatriz, chacinas eram registradas semanalmente, muitas supostamente relacionadas à operação que o parlamentar quer retornar. De vez em quando, inocentes eram alvos.

Para o parlamentar, caso não seja possível voltar efetivamente a Operação Tigre, “vamos criar a Operação Leão para solucionar esse problema”.

De acordo com o saudoso jornalista Walter Rodrigues, a história da Operação Tigre pode ser contada desde os governos João Castelo (1979-82) e sobretudo Luiz Rocha (1983-86), quando a pistolagem grassou como uma praga no interior do Maranhão e até na capital.

Conheça um pouco da Operação Tigre na matéria abaixo, narrada pelo saudoso jornalista Walter Rodrigues no seu Colunão, em 2005, quando da morte do coronel José Ruy Salomão Rocha, chefe da famigerada operação.

O SILÊNCIO FINAL DO “TIGRE”

Por WALTER RODRIGUES S. Luís (MA), 4/12/2005

Colunão: Walter Rodrigues

Morreu do coração na última quinta-feira (29), em Fortaleza, Ceará, um dos homens mais duros, valentes e controversos da Polícia do Maranhão. Chefe militar e símbolo da mais famosa operação de extermínio de bandidos já realizada no Brasil, a Operação Tigre, ordenada em 1990 pelo ex-governador João Alberto (PFL, hoje no PMDB), o coronel José Ruy Salomão Rocha levou para o túmulo alguns segredos que possivelmente nunca serão revelados.

Um deles: quantas pessoas realmente foram mortas pela PM e pela Polícia Civil na operação? Até que ponto o Governo sabia das chantagens, extorsões e roubos de carros praticados pela equipe do delegado Luiz Moura naquele período? Quantos sabiam que parte da PM usava a operação de “combate ao crime” para cometer homicídios de aluguel e assaltos também?

Quem patrocinou e em que exatos termos o pacto de não-agressão entre João Alberto e o prefeito David Alves Silva – na época o chefe no 1 da pistolagem e do crime organizado no Maranhão –, interrompendo uma escalada que levou o primeiro a ordenar a morte do segundo, num ato de autodefesa preventiva?

A história da Operação Tigre pode ser contada desde os governos João Castelo (1979-82) e sobretudo Luiz Rocha (1983-86), quando a pistolagem grassou como uma praga no interior do Maranhão e até na capital. “O pior foi no governo Luiz Rocha”, conta o repórter policial Tony Duarte, ele próprio vítima de um atentado em 24/5/1996. “Conhecidos pistoleiros frequentavam até o Palácio dos Leões”. Foi a época de maior prestígio e desenvoltura do deputado José Gerardo, dos quadrilheiros Humberto Gomes de Oliveira (Bel), e Joaquim Laurixto (filho de ex-guarda-costas do senador Sarney), e de muitos outros sanguinários personagens do submundo político e empresarial maranhense.

Uma das razões da proliferação da pistolagem no governo Rocha foi que o então secretário de Segurança, coronel João Ribeiro Silva Júnior, inimigo feroz dos posseiros e dos sem-terra, favorecia a expansão da violência no campo, e conseqüentemente o mercado dos sicários. Tantas fez o coronel que acabou excomungando não somente a si como ao secretário estadual da Fazenda, Nelson Frota – dito “secretário das fazendas” pelos adversários – e ao próprio governador. A declaração à comunidade católica saiu assinada pelos onze bispos da Província Eclesiástica do Maranhão, sob a liderança do arcebispo metropolitano dom João José da Motta e Albuquerque.

Combater a pistolagem e tirar a polícia dos conflitos fundiários foi uma das promessas de campanha do sucessor de Rocha, Epitácio Cafeteira (PMDB), empossado em 1987. “Tirar a polícia” significava simplesmente impedi-la de continuar exercendo o papel de força auxiliar e oficial do latifúndio e da grilagem. Combater a pistolagem implicava antes de tudo em desafiar seus chefes mais conhecidos, acima de todos o prefeito de Imperatriz, Davi Alves Silva.

Cafeteira cumpriu a primeira parte. Os trabalhadores rurais continuaram em desvantagem, mas, sem a Polícia para intimidá-los, ao menos puderam reagir em algumas partes do Estado. Matou-se, então, de ambos os lados. No Vale do Buriticupu, zona de graves litígios, a valentia e a inteligência do grupo de Luiz Vila Nova, adiante deputado estadual pelo PT, pôde enfim iniciar, na marra e na manha, uma pequena reforma agrária.

Mas o combate à pistolagem avançou muito pouco. Eleito prefeito de Imperatriz em 1988, principal cidade do interior, Davi aumentou seu poder de fogo e sua popularidade. Dava-se até ao luxo de ser oposição ao sarneísmo dominante, em aliança com a dissidência ex-sarneísta liderada pelo ex-governador João Castelo. Ninguém ousava mexer com ele.

Em abril de 1990, porém, Cafeteira passou o governo ao vice João Alberto e meses depois celebrava acordo eleitoral com Castelo contra o grupo de Sarney. Dali a seis meses Castelo disputaria o Governo com o candidato sarneísta Edison Lobão (PFL).

Estava com tudo. Collor era o presidente recém-eleito, após agressiva campanha em que prometera enfiar Sarney “na cadeia”. Em São Luís, Castelo juntava sua popularidade à de Cafeteira, campeão de votos na capital. Davi garantia a praça de Imperatriz. Visto daquele abril, parecia impossível detê-lo, fosse quem fosse o candidato sarneísta.

Carcará em ação –– Foi aí que João Alberto entrou em cena, com seu voluntarismo implacável e ilimitado. Sua ação conduziu-se em três vertentes. Na capital, diminuiu no que pôde a imensa vantagem de Castelo, realizando pequenas e médias obras que Cafeteira se esquecera de fazer. No plano político, aproximou-se da igreja progressista e da esquerda, mandou caçar pistoleiros à bala nas zonas de conflito fundiário (salvo onde eram protegidos de seus correligionários), deu dinheiro a sindicatos, e negociou secretamente com o prefeito da capital, Jackson Lago, e com o PSB de Conceição Andrade. Com isso facilitou a transferência em massa do eleitorado de esquerda para Lobão no segundo turno.

Isso era muito mas não bastaria. Lobão e João Alberto só venceram a eleição porque o governador estabeleceu uma espécie de estado de sítio informal na região de Imperatriz – com extensões ao Vale do Mearim e outras partes do Estado –, autorizando a PM a liquidar quantos pistoleiros e assaltantes conseguisse identificar. A operação especial foi confiada a José Ruy Salomão Rocha, apelidado Tigre na corporação. O comando civil ficou com o delegado Luiz Moura, conhecido torturador e meliante, que cumpriu pena de prisão por um de seus inúmeros crimes.

Os dois e mais o atual coronel Nogueira do Lago, então comandante do batalhão de Imperatriz, mataram tanto bandido que até hoje muita gente os admira na região. Decano dos comentaristas políticos do município, o jornalista Jurivê Macedo registrou a morte do Tigre no Estado do Maranhão escrevendo que nenhuma das vítimas da polícia era inocente.

Há prova arrasadora em sentido contrário, inclusive um inquérito policial-militar. Nele fica provado que um grupo de policiais mercenários sequestrou e assassinou os irmãos Noleto, que não tinham nenhum antecedente criminal. Num determinado instante, até a Associação Comercial de Imperatriz, naturalmente propensa a aplaudir “medidas enérgicas” de segurança, protestou contra as arbitrariedades da operação.

Que mais não foram porque Salomão e Luiz Moura entraram em conflito com o comandante do 50 o Batalhão de Infantaria da Selva (50 BIS), coronel Guilherme Ventura, mais tarde comandante da PM e secretário de Segurança, hoje secretário regional de Imperatriz. Direitista assumido e sem grande apreço pelas formalidades legais, Ventura também detestava o bando de Davi, mas logo compreendeu que Luiz Moura não era melhor que o prefeito. Quando secretário, fez com que fosse preso na primeira oportunidade.

Quantos morreram na Operação Tigre? Mais de 100, dizia-se. “Mais de 200”, corrigiu tranquilamente o ex-governador, numa conversa informal pouco antes de deixar o cargo. João Alberto nunca negou a matança. Na época apetecia-lhe a alcunha de Carcará, a ave de rapina com “mais coragem do que homem”, que “pega, mata e come”, segundo a canção imortal do poeta João do Valle.

Um dos que a Polícia pegou e comeu na Operação Tigre foi o graduado pistoleiro Zezé, amigo e auxiliar direto de Davi. Primeiro os PMs capturaram-lhe o filho e o forçaram sob tortura a conduzi-los ao esconderijo de Zezé numa fazenda distante. Lá prenderam Zezé e fuzilaram pai e filho.

Na beira da cova –– Davi ficou tão chocado que decretou luto oficial. Ao mesmo tempo começou a preparar os funerais do governador, anunciando aos comparsas que ele seria liquidado assim que deixasse o mandato. “Está resolvido”, disse ao jornalista o então deputado Raimundo Cabeludo, que tinha amizades e informantes entre os davinistas.

Antes que o governo acabasse, porém, João Alberto chamou o coronel Rocha a seu gabinete e ordenou-lhe que se antecipasse. Rocha tinha fama de pesporrente, mas dessa vez desconfiou que podia entrar numa fria. Foi correndo procurar o presidente da Assembléia, Ricardo Murad, justamente quem o havia indicado ao governador como homem ideal para emparedar o crime organizado em Imperatriz.

O coronel disse a Murad que só cumpriria a tarefa se tivesse a cobertura “dos dois poderes” – àquela altura, o Judiciário inerte não lhe interessava. “João Alberto está louco”, atalhou o deputado. “Nem pense nisso”. Seguiu-se um acordo, com a provável interveniência do ex-presidente Sarney, a confirmar. Ninguém mataria ninguém.

Lobão ganhou a eleição no segundo turno de 90, com apoio da esquerda. João Alberto candidatou-se a prefeito de São Luís em 1992, perdeu para Conceição Andrade, adiante elegeu-se senador em 1994 e 98.

Davi visitou Murad para agradecer-lhe as ponderações. Morreu em 1998, deputado federal candidato à reeleição, abatido a tiros por um de seus capangas. Sua frase mais famosa (dita certa vez a um ministro da Justiça) fora: “Não acredito em homem que não mata”. Em 94 ajudara a eleger Roseana. Quando morreu em 98 ajudava Cafeteira contra Roseana (que o desprezara depois da eleição de 94), sabendo que não tinha jeito.

Há poucos meses o editor do Colunão encontrou o coronel José Ruy Salomão Rocha num supermercado. Pediu-lhe um depoimento “histórico” sobre a Operação Tigre, argumentando até que a vida não lhes daria muito tempo. O coronel nem pensou para responder. “Eu não sou criança. Se eu lhe contar o que sei, você acaba comigo”.

Em São José de Ribamar, Luis Fernando direciona o Planeja para áreas específicas

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Realizado pela Executiva Municipal do PSDB em São José de Ribamar, o Planeja entrou numa nova fase. Agora, o seminário reúne propostas por setores da administração pública. Nos dois últimos sábados, profissionais da saúde e da educação participaram dos eventos setoriais.

O ex-prefeito Luis Fernando Silva (PSDB) explicou que, após coletar mais de mil proposições, nos oito seminários territoriais, o Planeja entrou no novo momento, que é o de ouvir as demandas específicas dos diversos setores, através dos profissionais diretamente envolvidos em cada um deles.

Tanto no Planeja Saúde como no Planeja Educação, o sucesso de público e o envolvimento dos participantes nas discussões foram marcantes, mesmo com o trabalho espúrio feito por determinados agentes políticos, que tentaram impedir a presença dos cidadãos nas discussões das políticas públicas.

Durante o Planeja Educação, no último sábado, Luis Fernando disse que o seminário vai formar o maior e melhor conjunto de propostas para o próximo governo do município, independente de quem seja o prefeito.

“Não estamos discutindo aqui eleição, nem política eleitoral. Estamos discutindo algo que interessa para todo mundo, até para quem não gosta de política eleitoral. Estamos discutindo política educacional, que é a política pública capaz de formar, transformar e construir um futuro melhor para nossa cidade”, afirmou o ex-prefeito.

No vídeo abaixo, Luis Fernando fala mais sobre o Planeja Educação:

A piada do dia! PT pede a saída de 10 ministros do governo Temer

Protagonista dos dois maiores escândalos de corrupção da história do país (Mensalão e Petrolão), o PT pediu hoje a saída de dez ministros do governo Temer, por terem seus nomes envolvidos em alguma denúncia.

Como diria um amigo, a cara dos petistas “nem bole” para fazer tal pedido. Justo o PT, que manteve por todo o governo ministros com graves denúncias de envolvimento com a corrupção, tanto no Petrolão quanto no Mensalão.

Para ficarmos só nos dois últimos, como exemplo, basta lembrar os nomes de Aluísio Mercadante e Edinho Silva, que enfrentaram quase que diariamente denúncias e até investigações, durante o governo de Dilma, e mesmo assim mantiveram-se nos seus cargos até o último momento.

E só para termos um parâmetro, dois ministros de Temer já caíram por terem seus nomes envolvidos em possíveis irregularidades. Já no governo passado…

Do bife do olhão para os milhões da corrupção! Lula e filho podem ter recebido R$ 47 milhões

Epa! A Operação Zelotes descobriu, informa a “Coluna do Estado”, no Estadão, que Luís Cláudio, o filho de Lula que é dono da LFT Marketing Esportivo, não embolsou apenas R$ 2,5 milhões do escritório Marcondes & Mautoni.

Não! Isso é café pequeno. O rapaz levou quase R$ 4 milhões dessa empresa de lobby, acusada de comprar medidas provisórias durante o governo Lula. Mas calma!

Ao todo, a LFT, de que o rapaz é dono e da qual é o único funcionário, embolsou R$ 10 milhões. É um gênio da consultoria! O único trabalho conhecido desse portento é justamente o que teria feito para o Marcondes & Mautoni. A Polícia Federal descobriu tratar-se de uma cópia da Internet. Luís Cláudio é o copia-cola mais caro do país.

Que beleza!

Nada como um pai socialista para que os filhos se tornem empreendedores notáveis, não é mesmo? Já fiz esta observação aqui, mas vale repeti-la: quando FHC chegou ao poder, seus netos eram herdeiros de um dos maiores bancos do país: o Nacional. Quando FHC saiu da Presidência, esses mesmos netos eram uns sem-banco. O Nacional quebrou. E não teve socorro oficial. E não tinha de ter mesmo, ora!

Quando Lula chegou ao poder, Fábio Luiz da Silva, o seu mais velho, era monitor de jardim zoológico. Dois anos depois, estava rico, no comando da Gamecorp, de que a Oi (à época, Telemar) se tornou sócia. Não sei o que fazia Luiz Cláudio. Talvez fosse apenas estudante. Hoje, já é também um milionário.

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Sobre Lulinha (na foto), certa feita, afirmou o pai:

“É o Ronaldinho dos negócios”. À época, Ronaldinho era… Ronaldinho!!! Modéstia do Apedeuta. Estamos diante de uma família de craques. Numa conta, assim, de padaria, podemos lembrar os sucessos financeiros da família Lula da Silva: o patriarca levou R$ 27 milhões por supostas palestras; cada um dos filhos, por sua vez, teve um aporte de R$ 10 milhões: foi a grana que a Telemar botou na Gamecorp e também o valor recebido por Luís Cláudio. Nesses três itens, estamos falando de R$ 47 milhões.

Com Lula, a classe operária pode não ter chegado ao paraíso, para lembrar o nome de um filme, mas é inegável que ele e sua família chegaram, não é mesmo?

Luís Cláudio e seu pai são investigados na Operação Zelotes, que só não é o escândalo dos escândalos porque nenhuma ocorrência consegue tirar essa condição do petrolão. É essa gente de moral ilibada que está lutando desesperadamente para voltar ao poder.

A Zelotes investiga o pagamento de propinas na compra de medidas provisórias, a venda de decisões do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) e o eventual pagamento de propina no contrato para a compra dos caças Gripen, de fabricação sueca.

Dá para entender o desespero do PT ao ser apeado do poder. E também dá para entender o amor que essa gente tem pelo estado. Imaginem se todo brasileiro prosperasse na velocidade em que prosperam os Lula da Silva. O Brasil seria a maior economia do mundo. (Do Reinaldo Azevedo, Com edição do blog).

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